A janela partidária fechou no dia 5 de abril, mas a janela da construção do #legado#político que queremos deixar para o Rio Grande do Sul e o Brasil seguirá aberta, especialmente neste ano, quando teremos as #eleições municipais em outubro.
✍️ É sobre esse assunto que o nosso presidente @brazeverton escreve no @jornaldocomercio de hoje. Nosso líder reforça que “da política para o legado há um enorme vão ou o espaço de um passo, depende unicamente de você”. Quem concorda?
O que a democracia experimentou até 6 de abril não é uma data do calendário que apenas interessa aos partidos, mas um termômetro que interessa à soberania popular. Mede o sentimento de quem está no mandato (e, por óbvio, de quem é votante), desembaça para a opinião pública o jogo grande que está por vir. A janela partidária é, a bem da verdade, uma janela de oportunidades: para o líder se entender melhor como líder, para o eleitor redescobrir as convicções da liderança, para a radiografia do posicionamento coletivo ganhar corpo e espaço.
Certa vez, nos corredores de algum parlamento, ouvi dizer que “nem a direita nem a esquerda enchem a barriga de ninguém”. Sim, é verdade que os ideais não são tangíveis, mas sem princípios norteadores não existe defesa vigorosa de nada, nem tenacidade de propósito e, muito menos, um caminho. Por trás da ponte, da escola, do hospital e do carro de polícia, existe uma força motriz. A isso, chamamos de política.
E a política, antes de ser decidida nas urnas, é decidida na mente de cada um. Líderes emergem deste simbolismo necessário, e apesar de partidos não serem uma bandeira homogênea de causa, são um farol.
Há partidos em crescimento exponencial, enquanto outros estão minguando, perdidos na realidade deste nosso tempo. Vivemos em uma era onde ser indiferente é o mesmo que ser irrelevante. Isso não significa a ausência de diplomacia, mas a necessidade de entender e defender o que se aspira ser. ‘Mais ou menos’, ‘vamos ver’, ‘pode ser’, e ‘talvez seja’ essas expressões já não fazem mais parte do dicionário político 3.0.
Após três décadas de vida pública de pura efervescência, entre muitas costuras, há uma única promessa que jamais envelhece: e não são cargos, nem fundos partidários, muito menos absolutismos em torno de uma viabilidade eleitoral. O que persiste é o sentimento irrevogável de construção.
Tudo passa, os líderes, os partidos, até nós mesmos. Mas a intenção genuína de construir o bem para quem não tem é imortal. Nessa perspectiva, a janela nunca se fecha. Nela, da política para o ou legado, há um vão enorme apenas o espaço de um passo. Depende exclusivamente de você.
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